Mamãs toca a mexer!

A grávida não deve parar o exercício físico desde que moderado e regular e na ausência de contra-indicações. Hoje em dia, a vida da mulher moderna é um movimento frenético: dona de casa, trabalhadora, algumas mães de mais filhos, esposa, etc…

A prática de exercício físico na gravidez ajuda psicologicamente, o sono é mais tranquilo, aumenta a auto-estima, há um risco diminuído de diabetes gestacional, de pré-eclâmpsia, de parto cesariana, prematuros ou com ajuda de instrumentos, maior flexibilidade, tolerância à dor e redução de lombalgias. Para os nossos bebés os benefícios são o aumento do peso ao nascer e melhoria da condição nutricional.

Contra-indicações absolutas para a prática de exercício físico na gravidez

  • Doenças cardíacas
  • Doença pulmonar restritiva
  • Gravidez múltipla com risco acrescido de Parto Pré Termo
  • Insuficiência cervical
  • Hemorragia 2º/3º trimestre persistente
  • Ameaça de aborto e rotura de membranas na gravidez atual
  • Pré-eclâmpsia e hipertensão gestacional

Os melhores exercícios para uma grávida são caminhadas, natação, hidroginástica, yoga e pilates (estes dois últimos convém certificares-te que o professor tem experiência em lidar com grávidas).

É de evitares os desportos com risco elevado de contacto, queda e altitude (basquetebol, futebol, hóquei, ginástica, hipismo, ciclismo, esqui), o mergulho (risco de descompressão fetal), a musculação (risco de lesão muscular/articular), a corrida (enfraquecimento dos músculos e articulações do pavimento pélvico, e que por sua vez provoca incontinência urinária). As grávidas devem diminuir a intensidade da actividade física à medida que a gravidez progride.

Sinais de alarme após exercício físico e contactar o médico assistente de imediato: Sensação de falta de ar, dor torácica ou palpitações, pré-síncope ou tonturas, contrações uterinas dolorosas, perda de líquido amniótico, hemorragia vaginal, fadiga extrema, dor abdominal ou pélvica, diminuição dos movimentos fetais, cefaleias, fraqueza muscular ou dor ou edema dos membros inferiores.

O exercício físico e eu não somos muito amigos regularmente confesso, até porque tenho arritmia controlada por medicação, no entanto descobri à um ano a experiência do yoga. Decidi experimentar para diminuir o stress e dormir melhor, e não é que realmente resultou! Já tinha experimentado ginásios, natação, hidro, etc mas realmente o yoga foi o único que me despertou interesse para continuar.

Na gravidez continuei o yoga, mas com exercícios específicos a grávidas. A minha professora Maria João (exigente no bom sentido e fantástica), enquanto os meus colegas de sala faziam os exercícios normais, dizia para eu fazer exercícios específicos de posturas, respiração, flexibilidade, relaxamento e a abençoada meditação eheh fez muito bem a mim e à minha mini L. fisicamente e psicologicamente. Assim que sais das aulas, sentes uma espécie de levitação e com a sensação que é tudo bom e fantástico, as cores até são mais vivas, sem dúvida um vício semanal… Eu aconselho vivamente, todas as pessoas (homens e mulheres) deviam experimentar fazer yoga e quem gostar continuar porque realmente é notório as mudanças positivas na nossa vida. Mais informações sobre yoga para gestantes e onde eu pratico yoga http://www.confederacaoportuguesadoyoga.com.pt/pt/yoga-para-gestantes

Deixo-vos também um vídeo muito útil sobre yoga na gravidez. Não esquecer acima de tudo o bem-estar materno e fetal.

By: Super Mãe S.F.

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